quinta-feira, 28 de agosto de 2014

COMPLEXIDADE



Nexo
Tanto nexo
Isso ainda vira complexo

“Sr. criatividade” quer levar o século 21 a escolas brasileiras



http://envolverde.com.br/educacao/sr-criatividade-quer-levar-o-seculo-21-escolas-brasileiras/

"Como você viu no especial sobre especial sobre Personalização do Ensino feito pelo Porvir, escolas ainda mantém um sistema típico do século 20, enquanto o mundo já pede novas habilidades dos alunos. Não há receita de bolo, mas não falta quem queira trazer para o país um novo olhar para a educação. Um dos últimos a chegar é o norte-americano John Kao, também conhecido como “senhor criatividade”, que promete despertar o estudante brasileiro para a inovação.
Com experiência de quem já foi tecladista de Frank Zappa, mas também construiu base sólida com formação em medicina e filosofia pela Universidade de Yale e MBA em Harvard (onde também lecionou por 14 anos e lançou o currículo de criatividade e inovação), Kao se considera um “ativista de inovação”. Seu mais novo projeto,EdgeMakers, se propõe a tratar do tema desde cedo, a partir do sexto ano do ensino fundamental, numa idade em que, segundo ele, adolescentes estão começando a se distanciar da escola. O sistema integra disciplinas de criatividade, design thinking, empreendedorismo e fluência digital em um novo currículo. “O conteúdo digital que eles recebem fora da escola é tão maior que o aprendizado que os prepara para a vida acontece com o time de esporte, com amigos e na internet”, diz.
A educação tradicional enfrenta problemas em muitos países, com alta evasão. Nos Estados Unidos, mais de 20% alunos não terminam o ensino médio. No Brasil, estes números atingem 52%, segundo o IBGE. “Educação é um serviço que é detestado por seus clientes”, diz Kao. Para ele, atualmente um jovem pode fazer tudo certo, estudar certo, ter boas notas, obedecer as regras do sistema e não se dar bem. Mas qual o motivo? “Empregos de hoje estão desalinhados com o sistema de ensino. Estou certo de que existe um espaço entre o que a crianças estão recebendo e o que elas precisam”... JOHN KAO

CONSTRUÇÃO


A cada grão
Deste cimento
Aumenta o sentimento

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Bandido bom é bandido... Oi?

http://www.rhbn.com.br/secao/artigos/bandido-bom-e-bandido-oi

"...Jacob Burckhardt, historiador suíço do século XIX, dizia que um dos problemas da modernidade era que “enquanto as condições materiais da sociedade ficam mais complexas, suas relações sociais se tornam mais cruas”. Um dos sintomas do que ele chamou de brutal simplificação socialdizia respeito ao fato das pessoas se projetarem categoricamente em identidades fixas. Não surpreende que um sujeito autoproclamado de bem, se sinta não apenas superior, mas também incumbido da tarefa de limpar a sociedade daquilo que julga ser o problema.
Na plateia, enfileirados, estão os reprodutores do senso comuns, prontos para proclamarem corajosas palavras de ordem no seu Facebook (!). O clima parece entusiasmar a cooperação prática, e todos então se sentem seduzidos a oferecerem suas sugestões logo após proclamarem seu mantra:bandido bom é bandido morto. O que se segue é um conjunto de frases rabiscadas pelo contra senso e apresentadas como prognóstico de solução. “Não é a melhor justiça, mas é melhor do que justiça nenhuma!”, “é porque não foi contigo! Quando for, você vai querer fazer o mesmo com eles”.... Como se não bastasse a ignorância ao admitir publicamente um jargão protofascista como sua própria opinião, o discurso machão não se caracteriza como um erro de cálculo, mas como cálculo nenhum. A reprodução automática endossa passivamente um comportamento mais do que praticado, mas que salta aos olhos de um ignorante dessa natureza como uma ilusão de retribuição pelas injustiças que testemunha diariamente. Trata-se, portanto, de um delírio de vingança traduzido por um entendimento rasteiro sobre interações sociais."

PRESSA



A pressa apavora
O tempo que devora
A vida – que se arvora


quarta-feira, 13 de agosto de 2014

VIDA BELA


Não desista – sem razão
Na mão – na contramão
Calado – tagarela
Insista na vida – tão bela

domingo, 10 de agosto de 2014

URGÊNCIAS E PACIÊNCIAS



No mundo tão urgente
O coração é o último que sente

Parece até evidente

Sorriso entre os dentes
E o duro exercício de ser paciente



terça-feira, 5 de agosto de 2014

Maconha medicinal: crônica de preconceito bizarro


http://outras-palavras.net/outrasmidias/?p=18125

Por Lucas Buzatti, no Desentorpecendo a Razão
No dia 29 de maio, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) adiou a decisão que retiraria o canabidiol (CBD), um dos componentes ativos da maconha, da lista de substâncias proibidas no Brasil. A mudança tornaria legal o uso do CBD mediante prescrição médica, mas a agência reguladora pediu vistas do processo para se informar melhor sobre o assunto, conforme autoriza a Portaria 616/2012.

domingo, 3 de agosto de 2014

...estado policial chega aos poucos, mas atinge a todos.... MARCELO SEMER



http://blog-sem-juizo.blogspot.com.br/

"Há uma certa ação suicida das instituições jurídicas na aceitação passiva do crescimento do Estado policial e da ideia nela embutida de jurisdição popular –tão cara, por exemplo, ao também popular ministro Joaquim Barbosa. 
 
É que ouvir a voz das ruas em um julgamento criminal só mostra o quanto juízes e promotores podem ser dispensáveis. 
 
O Estado policial cresce com uma contribuição inestimável do Judiciário –mas certamente prescinde dele. Ou vai ultrapassá-lo, se necessário –como ocorria com as prisões da polícia nazista, mesmo após absolvições em julgamentos.
 
O pretexto para o alargamento das punições, o esgarçamento das formas, a contínua antecipação de tutela e o estabelecimento do próprio processo como punição, sempre recai sobre alguma espécie de terror."  MARCELO SEMER - Juiz de Direito

O perigo da defaunação



http://envolverde.com.br/ambiente/o-perigo-da-defaunacao/

"Hoje temos uma fauna relativamente depauperada e continuamos a perder espécies de animais, algumas com risco de extinção iminente. Apesar de alguns questionamentos persistirem, a maioria das evidências científicas sugere que os seres humanos foram e são responsáveis pela extinção dessa fauna do Pleistoceno, e continuamos hoje, a levar animais a extinção através da destruição de ecossistemas, a matança de animais como recurso vital ou, simplesmente como esporte além da perseguição de espécies que consideramos uma ameaça ou como concorrentes na ocupação do espaço.
Essa perda global de animais, ou defaunação, é cada vez mais reconhecida como um problema semelhante ao desmatamento em termos de escala e impacto. Embora razões emocionais ou estéticas possam levar a lamentar a perda de diversas espécies carismáticas, como tigres, rinocerontes ou pandas, agora se sabe que a perda de animais, desde o maior elefante ao menor besouro, também alterará fundamentalmente a forma e função dos ecossistemas dos quais todos nós dependemos.
Identificar os responsáveis por estas extinções é simples, mas, independente da perda é um desafio assustador. As espécies animais continuam a diminuir e desaparecem mesmo nas grandes áreas de reservas protegidas, devido tanto aos impactos diretos, como a caça furtiva, e consequências ecológicas indiretas, como a fragmentação dos hábitats."